Este é um exercício que é frequentemente usado em diversos clubes de oradores.
Antes do jogo, escrevem-se em pequenos papelinhos termos diversos de todas as áreas possíveis, por exemplo, «Gatos», «O prazer de dançar», «Natal», «Se fosses um animal, serias um...», «O teu país de férias preferido», «Medo de filmes de terror», etc. À criatividade das sugestões nos papelinhos quase não há limites.
Um jogador tira agora um papelinho e, a partir do termo, faz um breve discurso. Em caso algum demasiado longo, mas pelo menos 1-2 minutos (o moderador fixa o limite). Se durante os 2 minutos hesita demasiado e não continua a contar, ou não lhe ocorre absolutamente nada, tem de começar de novo e voltar a tirar um papelinho.
A alguns jogadores ajuda não contar na primeira pessoa, mas, antes, encarnar uma figura imaginária e, a partir dela, discorrer sobre o tema.
Para falar sobre o tema, existem várias estratégias. Deve tomar-se a primeira coisa que se associa ao termo. Se não ocorrer absolutamente nada, pode-se também simplesmente falar sobre algo parecido que se relacione com isso (por exemplo: «Eu lá não gosto de filmes de terror, mas o último filme que vi no cinema foi o James Bond e ali...»). O mais autêntico é quando, sobre o termo (por exemplo: cão), se consegue contar uma pequena anedota da própria vida. Mas também se pode simplesmente formular teses e enumerar argumentos a favor e contra («Sou contra os cães na cidade, pois sujam demasiado e ladram alto demais, etc.»). Ou divaga-se e conta-se que o cão é o melhor amigo do homem, e fala-se sobre amizades. Ou contam-se anedotas de cães, ou, ou, ou...
O objectivo é treinar a capacidade de saber dizer algo sobre qualquer sugestão, estar no momento e saber contar histórias no momento, certeiramente.
Este exercício pode ser jogado na prova também como competição. Formam-se, por exemplo, dois grupos e de cada grupo envia-se sempre um novo jogador, que faz o discurso. Se um jogador falhar no tempo de discurso fixado, há perda de pontos para o grupo, ou tem de ceder um jogador ao outro grupo, que o outro grupo pode escolher.